FILOSOFIA ILLUMINATI

-Iniciamos a jornada no século 18.

 O mundo via a Monarquia cair em 1789.

E mentes brilhantes desafiavam as normas estabelecidas e ousavam questionar as verdades reveladas, abrindo as portas para um novo entendimento do mundo, impregnado de um misticismo secular. Neste contexto, deísmo e agnosticismo emergiram como filosofias que desafiaram a religião tradicional:

Uma organização se forma, nas sombras da noite, para fazer do escuro a pura luz da razão e do bom senso:

ILLUMINATI. Sim! Eles surgem.

Omnia Ab Nihilo:Do Nada, surge Tudo.

Gigantes: os illuminati, unidos aos maçons e aos práticos do iluminismo, envoltos em um halo de conhecimento e razão, ousaram criticar a religião revelada, erguendo em seu lugar a bandeira da religião natural. Nesse universo de pensamento, a superstição e o fanatismo eram vistos como sombras a serem dissipadas pela luz da razão. Acreditava-se na elevação do homem, na supressão de todas as formas de rebaixamento e na busca de um conhecimento superior.

Paralelamente, nesse cenário místico e intelectual, a sociedade ansiava por uma nova hierarquia, uma meritocracia que reconhecesse e celebrasse o talento individual. Os iluministas ousaram desafiar os direitos hereditários e os privilégios da nobreza e da Igreja, clamando por uma sociedade mais justa e igualitária. A separação do Estado e da Igreja, a laicização, tornou-se uma pedra angular desse novo mundo, onde princípios não religiosos moldavam a educação, a justiça e outras instituições.

Quando o Iluminismo se ergueu como um movimento filosófico, banindo as trevas da ignorância e da opressão, buscou trazer a luz da razão e do progresso para a humanidade. Basta dizer que, em um mundo onde a mente brilhava como um farol, o homem trilhava o caminho em busca de sua própria luz e liberdade.

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